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domingo, 28 de janeiro de 2018

Infecção vaginal curada há 1 mês

Estou há um mês sem sintomas de infecção vaginal/candidíase/vaginose. Meu último tratamento, relatado em Estou curada há uma semana, tem se provado definitivo. Estou comemorando a cada dia. Eu sofri diariamente durante 1 ano inteiro. Foram tantas consultas, tanto remédios, exames, angustias. Às vezes eu achava que teria que conviver com isso para sempre. É difícil acreditar em uma melhora, depois de tantos tratamentos fracassados, dor e frustração. Mas eu sempre lembrava, que todo mundo poderia desistir de mim, mas EU não poderia desistir. Não poderia me abandonar. E insisti. Continuei pesquisado, testando novos tratamentos, tratando meu lado emocional (o estresse é realmente implacável com nossa saúde...), e quando tinha algum revés ou piora, me permitia ficar triste por um dia, mas depois, me fazia voltar a buscar a cura e a melhora.

E finalmente, ela chegou. Continuo monitorando e me cuidando. Cerca de 4 vezes (em dias que fiquei muito cansada ou estressada), cheguei a sentir leve ardor e me assustei. Parecia a infecção querendo voltar. Mas encarei isso como uma mensagem  do meu corpo, sinalizando que eu precisava continuar me cuidando. Então continuei. Estou tomando Complexo B, para ajudar na imunidade. Floral de Bach, para as emoções. Estou buscando relaxar, meditar. Fazendo caminhadas, e me alimentando com mais frutas e verduras. Fazendo isso, voltei a me sentir normal no dia seguinte.

A maioria dos blogs que encontrei falando sobre candidíase e outras infecções vaginais, não davam relatos pessoais. Apenas indicavam uma dieta hiper restritiva, ou comentavam algumas opções de tratamento e formas de prevenção. Praticamente nenhum deles falavam sobre estresse, ou infecções combinadas. Todos indicavam procurar um médico, mas o que fazer quando você já se consultou com 4, em apenas 6 meses?

Que bom seria se o corpo humano fosse assim tão simples. Como é angustiante quando nem os médicos entendem porque os remédios não funcionam. Como é angustiante quando nenhum deles parece ser solidário à sua situação. Não somos máquinas. Nossos corpos respondem de forma diferente à situações diferentes, e algumas vezes, nosso mal estar deriva não só de fungos e bactérias, mas também da alma.

A todas que estão na jornada em busca da cura, desejo força e persistência. Tentem novos tratamentos esporadicamente, para poder observar como seu corpo reage. Veja o que funciona mais, observe se algo funciona melhor quando você está mais feliz e relaxada, ou se seus sintomas amenizam em dias alegres.

Busquem os alívios naturais, fitoterápicos, homeopáticos.

Não percam as esperanças. A cura é possível.