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quarta-feira, 11 de março de 2020

1 semana após nova cura e fui diagnosticada com uma cistite

Estava feliz da vida vendo os sintomas da candidiase sumirem, após 1 semana do tratamento com a pomada Ginna, quando comecei a sentir ardor ao urinar. Comecei a beber mais agua e aguardei uns dias, mas além do ardor, comecei a sentir dor no baixo ventre. Consegui uma consulta com um urologista, 4 dias após sentir os sintomas iniciais, e fui diagnosticada com cistite - uma infecção na bexiga. Tomei antibiotico.
Já é conhecido o fato que o antibiotico pode causar candidiase, pois mexe com a flora intestinal e vaginal. Pois bem, 1 semana e meia após o antibiotico, e eis que a candidiase se manisfestou novamente! Segunda vez em um mês, bem antes da minha menstrução (outra época comum da candidiase se manifestar).

E cá estou novamente. Sofrendo os efeitos da menstruação (cansaço, dor de cabeça, enjoos, etc), e além disso, com coceira e irritação vaginal. E como se não bastasse, hoje acordei sentindo leve ardor ao urinar.

Chorei de frustração. Ser mulher exige tantos cuidados, somos tão sensíveis e suscetíveis.

Agora, irei esperar a menstruação passar, aumentar minha ingestão de agua, e ver como fico. 
Se ao menos o ardor ao urinar melhorar, já considero um ganho, pois temo ter uma nova infecção urinaria e ter que tomar outro antibiotico em tão pouco tempo. Torço para que esse ardor seja apenas a uretra irritada pela candidiase.

Volto a escrever daqui alguns dias.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

Resultado do tratamento com a pomada Ginna

Usei a pomada Ginna durante 7 dias seguidos. No dia quinto e oitavo dias, tive relação (protegida), mas sei que isso foi um risco para o tratamento.

Já a partir do nono dia após o início do tratamento, e voltei a sentir forte prurido e vi corrimento esbranquiçado. O aspecto parece saudável, no entanto, pois não notei vermelhidão.

Estou com medo de ter que enfrentar uma nova longa jornada em busca da cura. Da última vez, passei 1 ano inteiro sofrendo. Sei que não poderei usar outra pomada com menos de 1 mês, então terei que aguentar firme, caso esse tratamento não tenha surtido efeito.

Estou tomando Complexo B há cerca de 10 dias e continuarei tomando. Voltei a caminhar hoje. Estou me lavando com flogo-rosa para aliviar a coceira. E continuo usando sabonete de aroeira.
Estou cuidando para me manter fresca nesse verão de calor insuportável. E preciso controlar melhor minhas emoções.

Por falar nisso, achei esse interessante trecho em um artigo que fala sobre a relação entre emoções e candidíase:

No caso da candidíase, as emoções que podem ocasionar a infecção são:

  • Sensação de dispersão, frustração e/ou raiva;
  • Se sentir obrigada a ter que estar em alguma posição que não gostaria, como em um emprego que tem suas vantagens e paga as contas, mas não te faz se sentir bem mais;
  • Exigências abusivas nas relações;
  • Desconfiança dentro do relacionamento;
  • Não se adaptar ao sexo da pessoa;
  • Sentir-se obrigada a ter relação sexual sem estar com  vontade ou sentir vontade e não fazer; entre outros.
A cândida é muito comum nos casos em que a mulher se sente descontente com a relação em que vive, mas normalmente tenta se convencer do oposto. Embora a mente seja manipulada, o corpo não se engana. A infecção também é muito comum nos casos de insatisfação sexual.

A candidíase, assim como a cistite, também sugere que suas emoções estão contidas. Mas, além disso, o problema sinaliza que você está se forçando a fazer coisas, sem ter vontade. Dá para fazer uma comparação com aquelas situações que fazem você se “coçar de raiva”, mas ainda assim se deixa submeter a elas. 

A dica emocional, para prevenir o problema, é aprender a dizer não, a se ouvir e se respeitar mais. Isso significa que deve ouvir sua voz interior e, se não quiser fazer algo, busque saídas ao invés de ficar inerte, não se submeta ao que não faz parte de você, respeite-se mais.

Fonte: https://www.personare.com.br/candidiase-de-repeticao-sintomas-causas-e-tratamento-m41557

Sigo na minha jornada em busca da cura. Mais uma vez.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

Nova infecção após 2 anos de cura

Voltei a ter infecção. Os mesmos sintomas de antes. Após dois anos de paz de vida normal.

Estou utilizando a pomada Ginna, e na esperança de resolver isso rapidamente.

Passei por alguns grandes desafios neste último ano, especialmente. Doença grave na família, fim de relacionamento longo, tentativa de retomar a vida afetiva. Alguém ainda duvida em como o emocional afeta nossa saúde íntima?

domingo, 28 de janeiro de 2018

Infecção vaginal curada há 1 mês

Estou há um mês sem sintomas de infecção vaginal/candidíase/vaginose. Meu último tratamento, relatado em Estou curada há uma semana, tem se provado definitivo. Estou comemorando a cada dia. Eu sofri diariamente durante 1 ano inteiro. Foram tantas consultas, tanto remédios, exames, angustias. Às vezes eu achava que teria que conviver com isso para sempre. É difícil acreditar em uma melhora, depois de tantos tratamentos fracassados, dor e frustração. Mas eu sempre lembrava, que todo mundo poderia desistir de mim, mas EU não poderia desistir. Não poderia me abandonar. E insisti. Continuei pesquisado, testando novos tratamentos, tratando meu lado emocional (o estresse é realmente implacável com nossa saúde...), e quando tinha algum revés ou piora, me permitia ficar triste por um dia, mas depois, me fazia voltar a buscar a cura e a melhora.

E finalmente, ela chegou. Continuo monitorando e me cuidando. Cerca de 4 vezes (em dias que fiquei muito cansada ou estressada), cheguei a sentir leve ardor e me assustei. Parecia a infecção querendo voltar. Mas encarei isso como uma mensagem  do meu corpo, sinalizando que eu precisava continuar me cuidando. Então continuei. Estou tomando Complexo B, para ajudar na imunidade. Floral de Bach, para as emoções. Estou buscando relaxar, meditar. Fazendo caminhadas, e me alimentando com mais frutas e verduras. Fazendo isso, voltei a me sentir normal no dia seguinte.

A maioria dos blogs que encontrei falando sobre candidíase e outras infecções vaginais, não davam relatos pessoais. Apenas indicavam uma dieta hiper restritiva, ou comentavam algumas opções de tratamento e formas de prevenção. Praticamente nenhum deles falavam sobre estresse, ou infecções combinadas. Todos indicavam procurar um médico, mas o que fazer quando você já se consultou com 4, em apenas 6 meses?

Que bom seria se o corpo humano fosse assim tão simples. Como é angustiante quando nem os médicos entendem porque os remédios não funcionam. Como é angustiante quando nenhum deles parece ser solidário à sua situação. Não somos máquinas. Nossos corpos respondem de forma diferente à situações diferentes, e algumas vezes, nosso mal estar deriva não só de fungos e bactérias, mas também da alma.

A todas que estão na jornada em busca da cura, desejo força e persistência. Tentem novos tratamentos esporadicamente, para poder observar como seu corpo reage. Veja o que funciona mais, observe se algo funciona melhor quando você está mais feliz e relaxada, ou se seus sintomas amenizam em dias alegres.

Busquem os alívios naturais, fitoterápicos, homeopáticos.

Não percam as esperanças. A cura é possível.


quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Estou curada há uma semana

Olá a todos e feliz ano novo!

Esse é o primeiro post de 2018, e com alegria compartilho com vocês que estou há 1 semana curada.
Depois de um LONGO ano de incômodos, exames, consultas, comprimidos, pomadas e banhos de assento, finalmente minha cura chegou.

No último post comentei que resolvi usar a pomada Ginna, após o tratamento com a pomada Kronel (fitoterápico de aroeira). O Kronel é um antibiótico natural, e estudos comprovam que sua eficácia é equivalente aos antibióticos alopáticos comumente usados para vaginose bactéria. E ainda conta com a vantagem de preservar a floral vaginal.  A natureza é perfeita.

Após o uso do Kronel, já me senti melhor. Eu estava com uma corrimento bastante amarelado, viscoso, e MUITO ardor. O kronel curou tudo isso.

Mas depois, comecei a sentir a coceira e a ter corrimento branco espesso. Um cenário clássico de candidíase. Foi então que marquei a ginecologista novamente, para dentro de 2 semanas, e nesse meio tempo, resolvi usar o Ginna (pode comprar sem receita, é um antifúngico de largo espectro).

Eu já havia usado o Ginna em janeiro de 2017, e senti muito ardor e nenhuma melhora. Não estava muito animada para usar novamente, devido a esta experiência. Mas pensei... talvez eu tenha tido essa reação porque estava com a vaginose bacteriana também, o que deixou a vagina muito sensibilizada, e só antifúngico não resolveria.  Então, estando eu agora com sintomas clássicos de candidíase, tinha uma chance maior de sucesso. E para minha surpresa, no segundo dia de aplicação, comecei a me sentir muito melhor. E essa melhora só continuou, apesar de sentir uma pequena ardência esporádica, ou coceira. Hoje, já faz 1 semana desde que parei com a pomada e continuo muito bem. Às vezes sinto leve ardor se estou cansada, ou me sentindo estressada, e por isso estou buscando relaxar mais (fazendo caminhadas, ouvindo musica, lendo, fazendo respiração profunda, etc), e também estou tomando um comprimido de Complexo B por dia, e usando Floral de Bach.

Estou sem corrimento, a vagina voltou a ter coloração normal, e não sinto nenhuma coceira. Também não tenho feito nenhum banho de assento, ou usado qualquer coisa na vagina. É uma vida nova!
Essas leves ardências que ainda sinto, costumam passar após 1h ou 2h, depois que faço pausas para relaxar. Acredito que meu corpo ainda está se reequilibrando, após tanto tempo de desequilíbrio, e estou buscando ajudá-lo ao máximo com isso.

Novamente, eu quero deixar relatado aqui, o que funcionou comigo, após um ano inteiro de tantas tentativas:


  • Kronel Gel durante 10 dias
  • Se após isso, persistir coceira e corrimento branco, usar pomada Ginna por 7 dias
  • Aliviar ardor e coceira com banhos de melaleuca ou flogo-rosa. Ou compressa de gelo.
Se nada disso funcionar, pode ser vaginose citólica, causa por estresse. Use bicarbonato de sódio para reequilibrar a acidez da vagina, e mude seu estilo de vida. Procure relaxar mais, meditar, largar as ideias de obrigações e deveres, se permitir descansar e fazer algo que gosta, e sentir mais prazer em viver.

É um longo aprendizado, e não é fácil fazer tantas mudanças. Mas precisamos por nossa saúde e bem-estar em primeiro lugar, e ter forças para abrir mão do que for necessário, por nós mesmas.

Muito paz e luz para todos.


quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Tentando a pomada Ginna (nitrato de fenticonazol) pela segunda vez

Hoje estou começando o tratamento com a pomada Ginna pela segunda vez. A primeira vez, foi há quase 1 ano atrás, e confesso que minha experiência não foi boa. Senti uma piora nos sintomas em vez de melhora.

Na minha busca pela cura, consultei mais outros dois ginecologistas diferentes. Em um momento ou outro, todos os dois me recomendaram Ginna, mesmo eu tendo relatado minha má experiência. Não usei nenhuma outra vez.

Hoje decidi dar uma segunda chance a esse remédio. Isso porque agora estou com um corrimento realmente característico de candidíase - corrimento branco, espesso e grumoso.

Como eu comentei em outro post, eu tive uma piora dos sintomas mês passado, e depois de tentar fazer uma ducha com flogo-rosa, piorei bastante e comecei a ter corrimento amarelado. Imaginei logo em se tratar de infecção bacteriana, e fui em busca de algum antibiótico natural. Encontrei o Kronel Gel, e senti enorme alívio. Mas alguns dias depois do tratamento e após um dia estressante, meus sintomas voltaram com força. Usei óvulos de ácido bórico por 2 dias, e aliviou bastante meus sintomas. Agora só persiste esse corrimento e um ardor que piora se tenho um dia estressante.

Assim como fiz com o Kronel Gel, irei anotar como me sinto em cada um dos dias de uso do Ginna, e minhas conclusões ao final do tratamento. Daqui a 10 dias tenho nova consulta com o ginecologista.

Dia 1
Dia estressante. Acabei tendo que trabalhar de urgência, quando pensava que estava de férias. Estiquei até 1h da manhã, mas acredito que terei minha paz agora, até dia 01 de janeiro, pelo menos. Sintomas pioraram hoje, senti mais ardor (não estava tendo quase nada), um pouco mais de vermelhidão na vagina, e o corrimento em maior quantidade. Apliquei o Ginna e fui dormir.

Dia 2
Acordei e passei o dia bem, com um mínimo de ardência (muito pouco mesmo). A noite, a ardência piorou um pouco, e fiz banho de assento com melaleuca, para evitar piorar.

Dia 3
Acordei bem, e passei o dia me sentindo praticamente normal. Vez por outra ainda senti uma ardor muito sutil, mas nada grave. Sinto que a pomada está fazendo efeito dessa vez. Isso me faz acreditar ainda mais que antes eu estava mesmo com uma vaginose, e por isso a pomada só fez piorar a situação. Ao fim do dia, pude ver na calcinha um muco cervical meio amarelado ainda.

Dia 4
Estou feliz, Mais um dia de conforto e normalidade. 

Dia 5
Continuo bem! Final de ano, feriado prolongado, tempo com a família, descanso e paz. Os sintomas sumiram totalmente  e me sinto curada. Notei o muco cervical ainda um pouco turvo e levemente amarelo, mas bem menos que no início do tratamento. 

Dia 6
Dia de normalidade, muco levemente turvo, mas noto que está cada dia menos. Nenhuma ardencia, coceira ou desconforto.

Dia 7
Último dia, me sinto tão bem que até parece que não preciso de outra aplicação. Hoje o muco cervical estava transparente. Fiz a última aplicação e irei acompanhar minha melhora nos próximos dias.


quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Ácido bórico melhorou minha crise

Faz alguns poucos meses que mandei manipular ácido bórico em óvulos, para aplicação vaginal. Foram 15 unidades, e acabei não usando tudo, pois continuei sentindo ardor vaginal, apesar do tratamento.

Há cerca de 4 dias, após menstruação e meu tratamento com kronel gel, notei que o corrimento amarelado persistia, e senti minha vulva inchada, vermelha e muito ardida. A ponto de ter dificuldades para dormir. Fiz um banho de assento com óleo de melaleuca, e foi o que me salvou.

Acordei melhor no dia seguinte, mas ainda com inchaço, vermelhidão e ardor. Marquei nova consulta com a ginecologista, mas só havia vaga para daqui 2 semanas.

Resolvi usar um óvulo de ácido bórico, e passar limão diluído em água, na região da vulva.

E não é que ajudou? O corrimento foi parando ao longo do dia, e a noite já tinha praticamente cessado. Fiquei confortável, e não senti ardor ou inchaço. O vermelhidão diminuiu bastante. Passei limão novamente antes de dormir.

Hoje, ao acordar, fiquei surpresa com a melhora. Nada de ardência, inchaço e o vermelhidão da irritação sumiu 90%. Sinto uma leve coceira, e o corrimento está diferente - esbranquiçado e grumoso, mais parecido com Candidíase mesmo.

Estou começando a acreditar que minha infecção vaginal é um misto de coisas. Candidíase, vaginose bacteriana e vaginose citolítica.

Isso explica porquê os sintomas variam e a intensidade também, dependendo da época.

Acredito que o kronel gel limpou qualquer bactéria que havia, mas a candidíase persistiu, e deve ter piorado por causa de alguns estresses que tive esses dias (incluindo ter que dormir 4h por causa de trabalho e praticamente sem tempo para relaxar).

Tive até rinite alérgica, o que mostra que minha imunidade realmente baixou.

A  boa notícia é que encerrei o trabalho complicado e entrei em férias, até dia 02 de janeiro.

Vou aproveitar esse tempo para relaxar e pensar em formas de não passar por situações parecidas no próximo ano.

Aqui, deixo a dica para quem sofre de infecção vaginal, de tentar um tratamento para cada tipo de problema, e ver qual mostra resultados.

Vaginose citolítica: bicarbonato de sódio em supositório vaginal
Vaginose bacteriana: kronel gel e sabonete de aroeira
Candidíase: ácido bórico em óvulos

Todos esses sao tratamentos naturais e deram resultado comigo, em momentos diferentes.

Para aliviar sintomas de ardor, coceira e inchaço: compressa de gelo, banho de assento com flogo-rosa, banho de assento com óleo de melaleuca

Sigam firmes, iremos nos livrar desse mal!

domingo, 3 de dezembro de 2017

Aroeira/Kronel gel para tratar corrimento vaginal (candidíase, vaginose bacteriana)

Estive buscando alternativas para a clandamicina, antibiotico que usei em forma de creme vaginal, há cerca de 1 ano e meio atrás, e tive a cura da minha infecção.

Desde dezembro do ano passado, voltei a ter sintomas, e fui diagnoticada com candidiase (mas fiz apenas exame clinico e papanicolau). Desde então usei 4 pomadas diferentes, e tomei 3 tipos de comprimidos antifungicos, sem NENHUMA melhora. Pelo contrário, tive até piora dos sintomas.

Tenho buscado tratamentos naturais desde então, e obtive grande alívio com melaleuca, oleo de coco, bicarbonato de sódio e banhos de assento com flogo-rosa.

Passei 2 semanas muito bem, sem nenhum sintoma e vermelhidão, mês passado.
Mas após alguns dias de estresse, os sintomas voltaram com toda força. Agora, estou com um corrimento amarelado e muita coceira.

Algo me diz que vou precisa de uma pomada antibiotica. Infelizmente, é necessário receita médica. E todos os médicos que me consultei, apesar dos meus relatos e frustrações, insistem em querer me tratar como tendo infecção por candidíase.

Hoje, encontrei um remedio natural, com propriedades antibioticas, equivalentes ao metronidazol e clandamicina.

Os poderes da Aroeira para tratar infecções vaginais



Pesquisando mais, encontrei essa informação do site do curso de fitoterapia para ginecologistas da fmusp:

O gel de aroeira foi estudado para tratamento da vaginose bacteriana. Inicialmente, estudo não controlado em mulheres com diversos tipos de vaginite, entre as quais 30 com vaginose bacteriana, curando-se cerca de 80% dos casos85. A seguir, foi realizado estudo duplo-cego placebo-controlado: 84% das que utilizaram aroeira e 47,8% das que utilizaram placebo deixaram de apresentar o quadro. A diferença foi estatisticamente significativa, semelhante ao esperado com metronidazol e com clindamicina. Houve melhora da flora de lactobacilos. O método foi considerado efetivo.
Também encontrei um estudo feito com este gel, que pode ser lido aqui:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-72032003000200004

Para minha felicidade, é bastante fácil encontrar o gel de aroeira para aplicação intravaginal. O nome comercial é Kronel Gel. A bula pode ser lida aqui: http://www.medicinanet.com.br/bula/2963/kronel.htm

Há também o sabonete de aroeira.


Nomes

Nome em português: aroeira, aroeira-da-praia, aroeira-vermelha, aroeira-mansa, aroeira-pimenteira, poivre-rose

Nome binomial: Schinus terebinthifolius Raddi, 1820

Nome francês: faux-poivrier, aroeira

Nome inglês: brazilian pepper tree, aroeira

Nome alemão: Brasilianische Pfefferbaum

Nome italiano: aroeira

Nome espanhol: aroeira, pimentero brasileño

Planta medicinal com efeito anti-inflamatório, cicatrizante e antimicrobiano. Utilizada principalmente em casos de micoses vaginais (candidíase). A aroeira-da-praia está na lista de remédios oferecidos no SUS (Sistema Único de Saúde) no Brasil.

Um estudo clínico publicado em 2003 na Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia, realizado com 48 mulheres, demonstrou que o gel vaginal de aroeira é efetivo e seguro para o tratamento da vaginose bacteriana. Além de ter potenciais efeitos benéficos na flora vaginal, devido ao aumento de lactobacilos.

Estou muito esperançosa com o que li! Apesar do preço salgado, irei experimentar, e em breve, posto atualização para vocês.

====== atualização 03 dezembro 2017

Fui na farmácia e comprei o kronel gel e o sabonete de aroeira (marca amorável).
Para referência: paguei 76 reais no primeiro,  e 4,50 reais no último.

Chegando em casa, fui direto lavar a região íntima com o sabonete. Tudo ok, não senti nenhum incomodo.

Em seguida, apliquei o gel. A embalagem vem com 10 aplicadores, e a pomada é cor marrom. Tive medo de sentir ardência, já que estou com a vagina muito vermelha, parecendo em carne viva.

Apliquei devagar para checar qualquer desconforto, e deu tudo certo. Não senti nenhum incomodo.

No momento ainda sinto um pouco da coceira que eu estava sentindo antes. Mas é óbvio que terei que aguardar alguns dias para confirmar se o kronel irá me ajudar ou não. Irei atualizar o post amanhã.

====== Atualização 04 de dezembro 2017
A coceira amenizou totalmente!

Ainda estou sensível e a vagina persiste com o vermelhidão, mas o corrimento parou e a coceira também. Estou animada.

Irei para a segunda aplicação hoje.

====== Atualização 05 de dezembro 2017
Acordei sentindo um pouco de ardência. Apesar disso, ainda tenho esperança no remédio. Como são dez aplicações e fiz duas, é provável que eu precise esperar mais uns dias para tirar minhas conclusões sobre esse tratamento.

Vermelhidão persiste, mas a coceira sumiu completamente. Fiz banho de assento com flogo-rosa para aliviar o ardor.

====== Atualização 06 de dezembro 2017
Acordei me sentindo melhor. O ardor diminuiu 80%. A vagina ainda está bastante avermelhada. E continuo sem coceira.

====== Atualização 07 de dezembro 2017
Acordei sentindo leve coceira, mas a ardência foi reduzida em 95%. Achei estranho. Será possível que a coceira iria voltar justamente quando a ardência quase sumiu?

Prossegui com meu dia, tentando me manter tranquila, positiva. No fim da tarde, estava me sentindo bem confortável e saudável. Nada de ardência ou coceira. Notei que o vermelhidão também estava mais fraco e isso me animou bastante!
À noite fiz a quinta aplicação.

====== Atualização 08 de dezembro 2017
Senti bastante ardência ao acordar. Passei um pouco de bicarbonato diluído em óleo de coco, apenas na região da vulva. Começou a arder ainda mais. Então fiz compressa de gelo, e aliviou em poucos minutos. Durante o resto do dia, me senti bem.

Fiquei meio decepcionada com isso. A vulva ainda está bastante vermelha, o que explica o ardor.
Acabei fazendo banho de assento com flogo-rosa, para aliviar essa inflamação. Estou de TPM e já sinto um pouco de cólica. No entanto, usarei o Kronel até o fim.

====== Atualização 09 de dezembro 2017
Acordei bem. Fui ao banheiro e senti um ardor muito discreto, e a vermelhidão diminuiu um pouco. Hoje foi o dia em que me senti melhor! Fiz o banho de assento com flogo-rosa novamente, pois espero que isso faça a inflamação vulvar sumir de vez.

O Kronel tem uma característica diferente das outras pomadas que usei. Além do fato dele ser um marrom avermelhado, o creme não sai ao longo do dia. Quem já usei pomadas vaginais, sabe como é. Você passa a noite, e durante o outro dia, o creme escorre praticamente todo. Com o Kronel, isso praticamente não acontece. Desce um pouco sim, mas nada absurdo. Isso me faz pensar que o creme acaba não atingindo a região da vulva em quantidade suficiente, e por isso a vermelhidão está persistindo tanto.

Hoje foi a sétima aplicação.

====== Atualização 10 de dezembro 2017
Acordei bem. Ardor e coceiras reduzidos em 95%. Vulva ainda um pouco vermelha, mas BEM menos do que costumava ficar.
Não fiz banho de assento, nem compressa de gelo.

====== Atualização 11 de dezembro 2017
Acordei bem novamente e passei o dia muito bem! Estou feliz!

====== Atualização 12 de dezembro 2017
Mais um dia em que acordei bem. Os sintomas sumiram em praticamente 98%. Nada de ardência, coceira excessiva ou corrimento. A vulva está praticamente na cor normal também. Tudo indica que o remédio fez efeito. Hoje faço a última aplicação.
Nos próximos dias, irei escrever um post novo a respeito de como me sinto e se a cura realmente perdurou. Por hora, estou feliz e muito impressionada em ter um remédio fitoterápico fazendo mais efeito que todos os alopáticos que me passaram este ano. Que enorme poder tem a natureza!!

sábado, 2 de dezembro de 2017

Vaginose bacteriana e candidíase, diagnóstico e tratamentos

Pesquisando a respeito de tratamentos para vaginose bacteriana e candidíase, encontrei o site da Dra. Shirley Campos. Bastante informativo, este artigo mostra os tratamentos mais indicados e formas de diagnósticos em diferentes contextos.

Alguns pontos importantes citados no texto, que gostaria de repassar:

CORRIMENTO VAGINAL PRESENTE ? —> SIM
Havendo evidências de corrimento vaginal, deve-se, sempre que possível, proceder a análise microscópica que é, na prática, o método definitivo para o diagnóstico etiológico do corrimento vaginal.

Os testes do pH vaginal e das aminas (ou do KOH ou do cheiro) são testes fáceis, baratos e rápidos (ver procedimentos acima em Exame Clínico-Ginecológoco). O valor do pH vaginal normal varia de 4 a 4,5. Estando, portanto, nesta faixa, deve-se pensar em causas fisiológicas ou não infecciosas. 

pH MENOR QUE 4 
Valores menores que 4 sugerem a presença de candidíase. 

pH MAIOR QUE 4,5 
Valores acima de 4,5 sugerem tricomoníase e/ou vaginose bacteriana. O teste das aminas positivo fornece o diagnóstico de vaginose bacteriana e, em alguns casos, da tricomoníase. 

AMBOS NEGATIVOS (PH ENTRE 4 E 4,5 E TESTE DAS AMINAS NEGATIVO) 
Se o teste de pH for normal (entre 4 e 4,5) e o teste das aminas for negativo, é preciso investigar uma possível causa fisiológica e/ou não infecciosa, conforme descrito anteriormente.

TRATAR VAGINOSE BACTERIANA

• Metronidazol 500mg, VO, de 12/12 horas, por 7 dias;
ou
• Metronidazol 2g, VO, dose única;
ou
• Tinidazol 2g, VO, dose única;
ou
• Tianfenicol 2,5g/ dia, VO, por 2 dias;

ou
• Secnidazol 2g, VO, dose única;
ou
• Metronidazol Gel 0,75%, 1 aplicador vaginal (5g), 2 vezes ao dia, por 5 dias;
ou
• Clindamicina 300mg, VO, de 12/12 horas, por 7 dias;
ou
• Clindamicina creme 2%, 1 aplicador à noite, por 7 dias (contra-indicado em gestantes).
Gestantes:
• Metronidazol 250 mg, VO, de 8/8 horas, por 7 dias (somente após completado o primeiro trimestre);
ou
• Metronidazol 2 g, VO, dose única (somente após completado o primeiro trimestre);
ou
• Clindamicina 300 mg, VO, de 12/12 horas por 7 dias;
ou
• Metronidazol Gel 0,75%, 1 aplicador vaginal (5g), 2 vezes ao dia, por 5 dias (uso limitado em gestantes, tendo em vista insuficiência de dados quanto ao seu uso nesta população).

Parceiros: não precisam ser tratados. Alguns autores recomendam tratamento de parceiros apenas para os casos recidivantes.

Portadoras do HIV: devem ser tratadas com os mesmos esquemas recomendados acima.

Observações:
• Durante o tratamento com qualquer dos medicamentos sugeridos acima, deve-se evitar a ingestão de álcool (efeito antabuse, que é o quadro conseqüente à interação de derivados imidazólicos com álcool, e se caracteriza por mal-estar, náuseas, tonturas, “gosto metálico na boca”)
• O tratamento tópico é indicado nos casos de intolerância aos medicamentos via oral e nos casos de
alcoolatria.

TRATAR CANDIDÍASE
• Miconazol, creme a 2%, via vaginal, 1 aplicação à noite ao deitar-se, por 7 dias; ou
• Miconazol, óvulos de 200 mg, 1 óvulo via vaginal, à noite ao deitar-se, por 3 dias;
ou
• Miconazol, óvulos de 100 mg, 1 óvulo via vaginal, à noite ao deitar-se, por 7 dias;
ou
• Tioconazol creme a 6,5%, ou óvulos de 300mg, aplicação única, via vaginal ao deitar-se;
ou
• Isoconazol (Nitrato), creme a 1%, 1 aplicação via vaginal, à noite ao deitar-se, por 7 dias;
ou
• Terconazol creme vaginal a 0,8%, 1 aplicação via vaginal, à noite ao deitar-se, por 5 dias;
ou
• Clotrimazol, creme vaginal a 1%, 1 aplicação via vaginal, à noite ao deitar-se, durante 6 a 12 dias;
ou
• Clotrimazol, óvulos de 500mg, aplicação única, via vaginal;
ou
• Clotrimazol, óvulos de 100mg, 1 aplicação via vaginal, 2 vezes por dia, por 3 dias;
ou
• Clotrimazol, óvulos de 100mg, 1 aplicação via vaginal, à noite ao deitar-se, por 7 dias;
ou
• Nistatina 100.000 UI, 1 aplicação, via vaginal, à noite ao deitar-se, por 14 dias.
Para alívio do prurido (se necessário): fazer embrocação vaginal com violeta de genciana a 2%.
O tratamento sistêmico deve ser feito somente nos casos recorrentes ou de difícil controle;nestes casos, deve-se investigar causas sistêmicas predisponentes. Tratar com:
• Itraconazol 200mg, VO, de 12/12h, só duas doses;
ou
• Fluconazol 150mg, VO, dose única;
ou
• Cetoconazol 400mg, VO, por dia, por 5 dias.
Gestantes: A candidíase vulvovaginal é muito comum no transcorrer da gravidez, podendo apresentar recidivas pelas condições propícias do pH vaginal que se estabelece nesse período. Qualquer um dos tratamentos tópicos acima relacionados pode ser usado em gestantes; deve ser dada preferência ao Miconazol, Terconazol ou Clotrimazol, por um período de 7 dias. Não deve ser usado nenhum tratamento sistêmico.

Parceiros: não precisam ser tratados, exceto os sintomáticos. Alguns autores recomendam o tratamento via oral de parceiros apenas para os casos recidivantes.

Portadoras do HIV: devem ser tratadas com os mesmos esquemas recomendados acima.

Observações:
• Em mulheres que apresentam 4 ou mais episódios por ano, devem ser investigados outros fatores predisponentes: diabetes, imunodepressão, inclusive a infecção pelo HIV, uso de corticóides.
• Sempre orientar quanto à higiene adequada e uso de roupas que garantam boa ventilação.

Recomendo a leitura em: http://www.drashirleydecampos.com.br/noticias/18849

Iogurte Natural para tratar coceira e vermelhidão vaginal (candidíase, vaginose citolítica)

Entre todos os tratamentos naturais que tentei, o iogurte natural tinha ficado de fora.
Obtive alívio com melaleuca, óleo de coco e bicarbonato, mas a cura total ainda não veio.

Hoje acordei um pouco pior da irritação, e com uma coceira intensa. Fiz banho de assento com melaleuca para aliviar. Agora que já recuperei minha sanidade (por um momento achei que fosse perdê-la, tamanha a coceira!), decidi pesquisar outras alternativas. Li a respeito do iogurte natural, que teria lactobacilos capazes de lutar contra esse excesso de micro-organismos nocivos, além de aliviar a coceira.

Existe pesquisas a respeito?

Poucas. O iogurte é usado há décadas para tratar infecções fúngicas. Apesar disso, há pouco suporte científico para esta prático. Um grupo de pesquisadores da Universidade de Sohag, no Egito, publicou o seguinte artigo: “Bee-honey and yogurt: a novel mixture for treating patients with vulvovaginal candidiasis during pregnancy” [Mel de abelha e iogurte: uma nova mistura para tratar pacientes com candidíase vulvovaginal durante a gravidez], em Archives of Gynecology and Obstetrics (on-line, 8 de fevereiro de 2012). As conclusões:

"Para o nosso melhor conhecimento, uma mistura contendo Bee-mel e iogurte foi usada pela primeira vez no presente estudo. A mistura produziu uma taxa de cura clínica relativamente alta, que foi ainda maior do que a produzida com o uso de terapia anti-fúngica (87,8 vs. 72,3%, respectivamente). Pelo contrário, a terapia anti-fúngica produziu uma taxa de cura micológica definitiva significativamente maior. Esse efeito paradoxal pode parecer surpreendente e até mesmo ilógico. No entanto, a maior taxa de cura clínica do que a taxa de cura micológica pode ser atribuída ao efeito inibidor da mistura em outros organismos, em vez de os Candida albicans sozinhos. A mistura produziu uma eficácia terapêutica relativamente alta contra Staphylococci e Streptococci. Além disso, as propriedades anti-inflamatórias do mel podem aliviar os problemas de coceira e vermelhidão, melhorando assim alguns dos sintomas e sinais de candidíase vaginal ".

Infelizmente, este estudo não foi randomizado ou controlado por placebo. O número de sujeitos foi modesto. Não consegui encontrar estudos em larga escala usando iogurte como uma ducha.

Estudos anteriores analisaram se as mulheres poderiam reduzir o risco de infecções vaginais por fermento comendo iogurte com culturas vivas. Um estudo antigo (Annals of Internal Medicine, 1 de março de 1992) descobriu que as mulheres que comem iogurte da marca Colombo com culturas vivas de Lactobacillus acidophilus eram três vezes menos propensas a desenvolver uma infecção recorrente.

Resultados

Apesar da falta de comprovação, resolvi tentar. Mas não fiz ducha, pois para ser sincera, estou evitando ao máximo mexer por dentro da vagina.
Embebi iogurte natural (sem sabor, sem açúcar), em um algodão e deixei por uma hora, na entrada da vagina.

Não vi nem senti nenhum resultado. Essa foi minha única aplicação. 

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Receita para tratar vaginose citolítica (resultados em 3 dias!)

Antes de mais nada, agradeço a todos que estão acompanhando o blog, e partilhando suas experiências e angústias a respeito de infecções vaginais que parecem não melhorar nunca. Sei que grande parte encontrou meu blog em meio a pesquisas na internet, em busca de soluções ou explicações.

Tenho tido uma melhora significativa nos últimos 5 dias. E assim como deixo registrado minhas frustrações e fracassos com inúmeros tratamentos médicos e naturais, vou também deixar registrado o que está funcionando para mim esses dias.

Cerca de 2 semanas atrás, um pouco antes da menstruação, a vermelhidão e ardor voltaram fortes. Usei bicarbonato uma vez, e depois minha menstruação desceu e resolvi esperar que ela acabasse, para ver minha situação. Durante a menstruação, quase não senti desconforto. Quando cessou, no entanto, voltei a sentir mesmos sintomas de antes. Mais uma vez, acreditando na hipótese da vaginose citolítica, decidi voltar ao bicarbonato, mas dessa vez, insistindo por mais tempo. Nas minhas experiencias anteriores, acabei parando de usar o bicarbonato assim que os sintomas aliviaram, em cerca de 3 a 4 dias. Mas alguns artigos médicos recomendam o uso por cerca de 2 semanas ou mais. (fonte 1:  http://www.jacyntho.com.br/php/artigos/FEBRASGO_2010.pdf (atenção, contém imagens explicitas), fonte 2: http://www.scielo.mec.pt/pdf/aogp/v11n2/v11n2a07.pdf);

Então fiz o seguinte cronograma:

  • 1 colher de café (bem pequena, ok?) de bicarbonato + 7ml de oleo de coco, intravaginal, em dias alternados, antes de dormir.
  • Banho de assento com flogo-rosa, diariamente, 1 pacote para cerca de 1,5l de água morna.
O primeiro dia continuou desconfortável, o segundo um pouco menos, e no terceiro já senti alívio. Continuei, e na manhã do 4º dia, o vermelhidão já tinha sumido em 90% e o ardor estava mínimo!

Hoje estou no 6º dia e continuo bem. 

Irei continuar por mais tempo e observar os resultados.

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

O que é Vaginose citolítica

O que é Vaginosis Citolítica?

A Vaginose Citolítica (CV), também conhecida como síndrome de sobrecrescimento de lactobacillus ou citólise de Doderlein, é "uma condição vaginal que envolve um crescimento excessivo de lactobacillus". O Lactobacillus é conhecido como uma bactéria amigável e ocorre naturalmente em um ambiente vaginal normal. Apesar de como o nome soa, CV não é realmente uma infecção por fungos nem é uma doença sexualmente transmissível, pois envolve um desequilíbrio de bactérias que são naturalmente encontradas em uma vagina saudável. Tratar esta condição como você faria com uma infecção por fungos poderia realmente piorar os sintomas.

Como é causada a Vaginose Citolítica?

Neste momento, não há estudos suficientes para provar definitivamente as causas do CV. Como afirmado anteriormente, geralmente é algo que causou que o delicado equilíbrio da flora na vagina estivesse fora do golpe. Outros casos em que esta condição vaginal foi observada são em mulheres que usaram vários antibióticos e medicamentos antifúngicos para tratar a secreção vaginal crônica. É possível que "esses tratamentos possam ter incentivado um desequilíbrio das bactérias vaginais normais, levando a um crescimento excessivo de lactobacillus".

Quais são os sintomas da Vaginose Citolítica?

Os sintomas comuns de CV incluem "coceira vulvar e / ou vaginal, vermelhidão vulvar, secreção vaginal, que pode ser fina ou aquosa ou grosseira e curvilínea, ou desconforto vulvar ou vaginal leve a moderado, associado a relações sexuais ou urina". Você pode notar esses sintomas tornar-se mais pronunciado durante a segunda metade do seu ciclo menstrual.

Como é tratada a Vaginosis Citolítica?

Porque há mais lactobacilos na vagina do que o normal e os lactobacilos tendem a tornar o ambiente mais ácido, o que significa que a vagina tem um pH menor do que o habitual, o tratamento geralmente se concentra no aumento do pH da vagina ao normal.

De acordo com panfleto da University of Virginia’s Student Health, o tratamento geralmente envolve "dobrar com uma solução de bicarbonato de sódio ou usar um supositório de bicarbonato por via vaginal".

Eles também recomendam que isso seja feito você mesmo (depois de consultar o seu ginecologista), fazendo seu suco de bicarbonato de soda ou bicarbonato de sódio:

1. "Como tratar usando uma dose de bicarbonato de sódio:

Misture 1-2 colheres de sopa de bicarbonato de sódio com 4 xícaras de água morna. Um saco de ducha, que pode ser comprado na maioria das farmácias, é usado para enxaguar a vagina com a solução. Ou, você pode comprar vagabos de bicarbonato no balcão na maioria das farmácias. Douche duas vezes por semana por duas semanas ".


2. Como tratar usando um supositório de bicarbonato de sódio:

"Preencha as cápsulas de gelatina vazias com bicarbonato de sódio e insira uma cápsula intravaginalmente, duas vezes por semana durante duas semanas. As cápsulas de gelatina podem ser compradas em lojas de alimentos saudáveis ​​".

3. Como tratar os sintomas na área Vulvar

"Faça uma pasta aquosa com bicarbonato de sódio e aplique na vulva em um pano ou almofada limpa conforme necessário.

Seus sintomas devem melhorar depois de duas semanas. Caso contrário, você deve procurar o aconselhamento médico de um médico para uma reavaliação.

Para evitar que este problema volte a ocorrer


• Abster-se da atividade sexual até que você não tenha mais sintomas.

• Quando você usa o banheiro, certifique-se de limpar de frente para trás em vez de voltar para a frente.

• Não use sabão para lavar a sua vulva, mas enxágüe com água morna

• Mudança de roupa de banho molhada e vestuário de exercícios o mais rápido possível

• Nunca use pulverizações vaginais, pós ou tampões perfumados

• Use roupas íntimas de algodão respirável durante o dia e dorme sem cueca à noite

• Use roupas soltas.

CV geralmente é diagnosticado como vaginose bacteriana (bv) e candidíase. Então, se você tentou tratamentos antifúngicos no passado e ainda está com os sintomas, é provável que você tenha CV. Recomenda-se que você procure o conselho médico de um médico para um diagnóstico adequado. Então, agora você sabe o CV. Compartilhe isso com seus entes queridos para que eles também possam estar cientes dessa condição relativamente desconhecida.

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Academia - exercícios físicos e a saúde da sua vagina


Desde o meu post Vagina vermelha, irritada e ardendo pode não ser Candidíase! eu vivi o período de maior alívio do meu desconforto vaginal, desde quando esse inferno todo começou, em dezembro de 2016. O bicarbonato de sódio me trouxe imenso alívio, e tinha dias que nem lembrava ter problema vaginal. As vezes sentia leve ardor no primeiro xixi do dia, mas a vida ia bem. Coincidência ou não, nesse período me livrei de um cliente difícil no trabalho, que me causava maior estresse, e consegui também um bom trabalho novo.

Desde setembro, meu foco tem sido na minha qualidade de vida, no me sentir bem, no ter mais momentos de alegria. E acredito sim, que isso modificou minha saúde para melhor.

Aliado a isso, decidi começar a fazer academia, dia 30 de outubro.

2 semanas depois, minha vagina entrou novamente em crise, uma crise tão forte como eu não sentia há meses. O leve ardor virou forte ardor, e algumas vezes cheguei a chorar de desconforto e também tristeza, pela piora.

Porém, hoje estive pensando... Será que a academia contribuiu para minha piora?

Suor e roupas justas

Academia é ótima para saúde física e mental, mas há alguns detalhes que julgo perigosos e acho que merecem nossa atenção:

  1. Normalmente usamos roupas justas e de tecidos sintéticos para fazer exercícios
  2. É impossível se manter fresca e seca ao fazer exercícios, e umidade e calor são pratos cheios para infecções vaginais.
É óbvio que parar de fazer exercícios é uma péssima solução. Então o que fazer para minimizar os efeitos do suor e roupas abafadas?

  1. Experimentar usar shorts em vez de leggings.
  2. Procurar relaxar bastante antes e durante os exercícios, afim de evitar produção de suor por ansiedade ou estresse (um mal de pessoas altamente ansiosas e / ou estressadas)
  3. Tomar banho antes e depois dos exercícios, e se manter usando saias e vestidos no resto do dia, com calcinhas leves.

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Óvulos de ácido bórico para candidíase / infeccção vaginal

Depois do meu último post, contando minha frustração por estar há 8 meses com uma infeccção vaginal SEM nenhuma melhora mesmo após 4 médicos, 4 comprimidos, 3 pomadas ginecológicas, e vários remédios naturais (óleo de coco, melaleuca, bicarbonato, vinagre, chá de camomila e sal), finalmente liguei na farmácia de manipulação e encomendei os 14 óvulos (para aplicação vaginal) de acido bórico 600mg.

O ácido bórico é indicado para tratamento de candidíase não albicans.
Você pode ler mais sobre isso nesta monografia:
ESTUDOS DOS ASPECTOS CLÍNICOS DA GARDNERELLA VAGINALIS E CANDIDÍASE VAGINAL  http://www.bib.unesc.net/biblioteca/sumario/00003F/00003FCE.pdf

Em um site em inglês, desmistificando o poder do alho como supositório vaginal para tratar candidíase, também há um comentário médico, sobre o uso seguro e recomendado do ácido bórico:
https://www.scientificamerican.com/article/fact-or-fiction-a-clove-of-garlic-can-stop-a-vaginal-yeast-infection/


Pedido feito, sem nenhuma burocracia. O remédio ficará pronto em 48h (remédio manipulado é assim mesmo).
Como estou perto da menstruação, irei esperar parar de sangrar para começar. Então irei registrar os efeitos aqui neste post, em breve.

Minha experiência com ácido bórico 

Então chegou o grande dia da minha experiência com o ácido bórico. Muito nervosa pelo fato de estar me medicando. Apesar do ácido bórico ser usado terapeuticamente, não posso deixar de lembrar que ele também serve como veneno de Barata, e ingerir pode ser fatal.

Mas o desespero nos dá coragem e faz com que assumamos os riscos.

Dia 1
Acabei estragando um óvulo, pois devido ao medo, não introduzi até o fundo da vagina. Em poucos minutos ele começou a derreter e escorrer, até que saiu. A parte positiva, é que não senti nenhum incomodo, ardor ou mal estar por causa dele. Resolvi inserir  o segundo óvulo com mais confiança, e fui dormir.

Acordei bem, mas minha vagina continuou vermelha e o ardor leve. De todos os remédios que experimentei, esse foi o mais confortável.

Dia 2
Continuo ok. Leve ardor e vagina vermelha ainda.

Dia 3
Vagina inflamada, vermelha e ardência. Muita pressão no trabalho, poucas horas de sono, insônia e madrugadas viradas trabalhando. Certamente isso piora meus sintomas. Me sinto exausta.

Dia 4 {25 agosto}
Inflamada ainda. Leve ardor. No entanto, finalmente me livrei de uns projetos que estavam me fazendo  madrugar, comer e dormir mal. Isso é bom, no sentido que é meu estresse deve começar a diminuir, e afetará menos minha saúde. Estou esperançosa para me sentir melhor de modo geral, e acredito que o remédio tera mais chances de fazer seu efeito.

Dia 11 {1 setembro}
Não tive nem vontade de atualizar o post nos últimos dias. Continuei usando o óvulo de ácido bórico diariamente, mas não vi nenhum progresso. Continuei sentindo ardência e minha vagina continuou com o aspecto vermelho, como em carne viva.

Perdi as esperanças nesse tratamento, e nem sei se irei continuar mais 3 dias. Hoje senti tanto ardor que voltei a fazer o banho de assento com flogo rosa.

Isso só reforça minha teoria que o que tenho na verdade é vaginose citolítica. Absolutamente nenhum tratamento me ajudou, e isso é totalmente frustrante.

Mas não desistirei de mim. Irei tentar outro tratamento (provavelmente a ducha com bicarbonato ou nistatina. Estou decidindo) e continuar tentando ajustar o estresse na minha vida.

Recentemente tive outro revés, e acabei indo dormir às 5h da manhã 3 vezes só essa semana, devido a trabalho. Acredito que terei que arranjar outro trabalho ou forma de trabalhar, pois está impossível seguir assim.

sexta-feira, 21 de julho de 2017

Tratamento de candidíase não albicans

Tendo em vista a quantidade de pomadas, comprimidos, que já tomei nos últimos 7 meses, SEM NENHUM ALÍVIO, estou cogitando que talvez minha candidíase seja de um tipo diferente.

Encontrei um artigo científico falando sobre as principais infecções vaginais e seus tratamentos. Irei colar as indicações de tratamentos para Candidíase não albicans:

Candidíase não-albicans

• Ácido bórico: cápsula vaginal 600 mg uma vez ao dia, durante 14 dias
• Nistatina creme vaginal – 5 g à noite de 12-14 dias
• Terconazol creme vaginal 0,8% - 5 g ao dia por 3 dias (CAVALCANTI,
MARTINS, 2007; VAL, ALMEIDA FILHO, 2001)

Fonte:
ESTUDOS DOS ASPECTOS CLÍNICOS DA GARDNERELLA VAGINALIS E CANDIDÍASE VAGINAL  http://www.bib.unesc.net/biblioteca/sumario/00003F/00003FCE.pdf

Eu respeito muito a profissão do médico. Sei que fazem tudo que podem. Mas sinceramente, nunca pensei que uma infecção vaginal pudesse ser algo tão obscuro, de difícil tratamento e até diagnostico. Infelizmente, a verdade é que tudo que um ginecologista conta, é com seu olho e sua experiencia. Não há nenhum exame para confirmar se é infecção fúngica, bacteriana, alergia, excesso de acidez, ou sabe lá Deus mais o que.

A experiencia conta muito, em qualquer profissão. Mas a partir do momento que uma situação persiste sem melhora, como é meu caso, durante 7 meses, e as soluções apresentadas não causam efeito benéfico algum (em alguns casos, até piora!), então eu acho que uma investigação mais a fundo deveria ser feita. Infelizmente, nenhum medico me deu essa opção, e me consultei com 4 só nesses últimos 8 meses.

Sou humana e estou desesperada. Por mais que essa infecção não causa complicações mais sérias, até onde sei, é extremamente incomoda, a ponto de me impedir de dormir de tanto ardor, e de alterar minha concentração no trabalho, nos picos de crise. A sensação é de estar em carne viva, e não tem nenhum alivio. Dia após dia.

Foi por isso que criei esse blog. Para registrar minhas pesquisas e experiências e poder compartilhar com quem também sofre. Sei que não devo ser a única.

Alternativas naturais para tratar candidiase

Achei um artigo muito interessante, que falava sobre alguns produtos naturais que ajudam no tratamento de infecções vaginais.

Há ainda alternativas naturais com ação antifúngica, que tem importantes ações sobre a candida albicans:

• Alho (inibe o crescimento)
• Óleo de orégano (ação antimicrobiana por meio de lesões na membrana)
• Óleo de cravo (ação bactericida e fungicida)
• Óleo de Melaleuca (ação antimicrobiana) Não é alimento! Não ingerir!
• Echinacea (indutor da mortalidade de candida) (PASCHOAL, NAVES,FONSECA, 2007)

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Banho de assento com bicarbonato de sódio para candidíase


Banho de assento com bicarbonato


Um dos muitos usos do bicarbonato de sódio é no banho de assento. Por ter pH alcalino, ele reduz a acidez da vagina e a deixa imprópria para o fungo Candida Albicans, causador da candidíase. Uma colher de sopa para um litro de água filtrada é uma boa medida.

Já testei banho de assento fazendo uma mistura louca de bicarbonato de sódio com vinagre. Acredito que minha burrice foi essa. O vinagre adiciona acidez e o bicarbonato remove, então não dava em nada.

Tudo indica que o bicarbonato de sódio alivia os sintomas da candidíase por diminuir a acidez da vagina. Interessante notar que este também o tratamento para vaginose citolítica, doença similar a candidíase e assunto de outro post.

Este é mais um tratamento que irei tentar e descrever minha experiência.

Dia 1

Estava impaciente e frustrada, pois o flogo-rosa não fazia mais efeito. Apliquei meia colher de chá de bicarbonato em um algodão com água filtrada, e coloquei na entrada da vagina e uretra, a parte mais vermelha e ardida. Senti alívio alguns minutos depois; Não lavei e fui dormir.

Dia 2

Trabalhei até tarde, praticamente desmaiei de sono esse dia e não passei nada. No entanto, passei o dia confortável e quase nenhum ardor.

Dia 3


O inferno da ardência voltou. Pensei logo que a culpa foi de ter esquecido de passar o bicarbonato no dia anterior. Estou na minha fase lútea e não sei se isso interfere no ph vaginal. Logo após o banho, passei bicarbonato com água na vagina, região vulvar. Senti mais ardor. Depois, tive uma descarga de corrimento branco. Horas depois, quando fui tomar outro banho, senti alívio ao lavar. Foi como se dessa vez, tivesse piorado. Ficou ardendo até a hora de dormir. Vale salientar que meu dia foi ainda mais puxado que ontem. Fiz hora extra e trabalhei até tarde novamente. Muito cansada, frustrada. Percebo o quanto é importante equilibrar o estilo de vida, para ter uma melhor saúde.

terça-feira, 11 de julho de 2017

Lactobacillus sp; Cocos; e outros Bacilos

Inflamação: Lactobacillus sp; Cocos; e outros Bacilos. 

Este foi o resultado do meu preventivo ontem. Passei 3h esperando para ser atendida, e a médica me atendeu em 4min, porque tinha um parto para fazer. Me senti um lixo.
Ela não comentou sobre o resultado do exame. Disse apenas que passaria uma pomada para "limpeza". Para minha surpresa, a pomada ginecológica era a Ginna. A mesma que usei 7 meses atrás e não fez efeito. A mesma que um outro ginecologista receitou 2 meses atrás, mesmo eu tendo dito que essa pomada só piorou meu estado!

É frustrante. Provavelmente não irá adiantar nada. Estou pensando ainda se irei usar.

Engraçado como a médica nem perguntou se a pomada anterior que ela havia receitado, tinha feito algum efeito (e não, não fez). Simplesmente leu o exame e passou uma nova pomada. Não me examinou, não questionou.

A sensação é de abandono.

Ainda sinto ardor e corrimento, alguns dias mais que outros. Minha vagina e vulva ainda estão vermelhas e doloridas, e fazer xixi ainda arde. Já são 7 meses assim. 7 meses, 4 ginecologistas, inúmeros comprimidos, pomadas, banhos de assento, e tristeza.

A boa noticia, é que ao menos dessa vez, o resultado do exame mostrou que está tudo bem com as células do colo do útero.


quarta-feira, 28 de junho de 2017

Banho de assento com chá de camomila para aliviar sintomas de candidíase

Procurando por formas de aliviar o ardor que estou sentindo, caí neste site:

Trecho da resposta enviado por uma médica ginecologista:
[...] Alguns tipos de substancias podem aliviar os sintomas externos como banhos assento com chá de camomila (Chá bem forte e morno), bicarbonato de sódio (1 colher sopa em 1 litro de água morna) e algumas substâncias encontradas em farmácias – flogorosa ® e lucretin ® (1 envelope em 1 litro de água morna). A violeta genciana a 1%, se aplicada pelo médico localmente na vagina, pode também melhorar os sintomas.

Já tentei banho de assento com bicarbonato, mas não senti alivio na ardencia.
Também já tentei com camomila, mas apenas joguei camomila desidratada na bacia e fiz o banho de assento. Essa noite, irei tentar novamente. Irei preparar o chá mesmo, com 3 sachês, e jogar na bacia com 1l de água.


Banho de assento com camomila

A camomila é um calmante natural que, quando usado em banho de assento, alivia assaduras, ajuda no tratamento de candidíases e em casos de proliferação exagerada de micro-organismos que fazem parte da flora vaginal, levando à vaginose.

Melaleuca para candidíase

Tenho usado o óleo essencial de Melaleuca (Tea tree oil) para aliviar coceiras e ardências nesses 6 meses convivendo com a candidíase.
Cerca de 1 semana atrás, usei mais uma pomada ginecológica, sem sucesso. O que foi triste, pois esta já é a 4 ginecologista que consulto, e estava muito esperançosa, pois além dela ser uma pessoa muito humana e tranquilizadora, ela também me receitou uma pomada que ainda não havia testado: gynazole-1.

A principio, confesso que não coloquei muita fé, por se tratar de um azol. Todos que usei, não fizeram efeitos. No entanto, tentei me manter positiva. Usei, esperei, e nada. 3 dias depois, o corrimento aumentou e surgiu mais coceira.

Como não estava aguentando, usei óleo de melaleuca, Coloquei duas gotas em uma algodão, e passei na vulva. Ajudou bastante. Porém, um dia depois, a ardência surgiu. Não sinto mais a coceira, só ardência, como antes do remédio. Isso me fez pensar, que o fato de eu não sentir coceira antes, era justamente devido ao uso da Melaleuca e esporadicamente, também o óleo de coco.

Pretendo não usar mais. Daqui a 12 dias, volto a me consultar, para receber o resultado de outro exame papa nicolau. Como fiz particular, tenho esperança que o resultado consiga acusar um fungo ou bactéria em especifico. Claro, minha mente medrosa tem medo que apareça alguma outra coisa... Mas vou me focar que deva ser apenas uma infecção por fungo ou bactéria.

Algo em mim, me diz que ela irá passar ácido bórico. Já li por aí que o ácido bórico é receitado quando nada dá jeito em uma infecção por cândida. Porém, não é fácil de encontrar para comprar este ácido.

Se não acusar nada no exame, então meu problema deve ser a vaginite citolítica.

Enfim, gostaria de deixar registrado que a Melaleuca traz um enorme alivio, porem, não cura. Certa vez, após usar a pomada gynopac, minha vagina ficou muito irritada e criou uma pequena bolha, parecida com afta. Fiquei muito assustada. No desespero, fiz a aplicação da Melaleuca em uma algodão, e deixei em cima da bolha, por cerca de 4h. Quando tirei, a bolha tinha sumido.
Parece milagre, e eu mesma custei a acreditar. Fiquei tão impressionada, passei a noite toda duvidando do que aconteceu, e cheguei a olhar 4 vezes para confirmar!

Mas fica aqui meu testemunho. Produtos naturais ajudam MUITO e podem ser verdadeiros milagres, em algumas situações.