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domingo, 28 de janeiro de 2018

Infecção vaginal curada há 1 mês

Estou há um mês sem sintomas de infecção vaginal/candidíase/vaginose. Meu último tratamento, relatado em Estou curada há uma semana, tem se provado definitivo. Estou comemorando a cada dia. Eu sofri diariamente durante 1 ano inteiro. Foram tantas consultas, tanto remédios, exames, angustias. Às vezes eu achava que teria que conviver com isso para sempre. É difícil acreditar em uma melhora, depois de tantos tratamentos fracassados, dor e frustração. Mas eu sempre lembrava, que todo mundo poderia desistir de mim, mas EU não poderia desistir. Não poderia me abandonar. E insisti. Continuei pesquisado, testando novos tratamentos, tratando meu lado emocional (o estresse é realmente implacável com nossa saúde...), e quando tinha algum revés ou piora, me permitia ficar triste por um dia, mas depois, me fazia voltar a buscar a cura e a melhora.

E finalmente, ela chegou. Continuo monitorando e me cuidando. Cerca de 4 vezes (em dias que fiquei muito cansada ou estressada), cheguei a sentir leve ardor e me assustei. Parecia a infecção querendo voltar. Mas encarei isso como uma mensagem  do meu corpo, sinalizando que eu precisava continuar me cuidando. Então continuei. Estou tomando Complexo B, para ajudar na imunidade. Floral de Bach, para as emoções. Estou buscando relaxar, meditar. Fazendo caminhadas, e me alimentando com mais frutas e verduras. Fazendo isso, voltei a me sentir normal no dia seguinte.

A maioria dos blogs que encontrei falando sobre candidíase e outras infecções vaginais, não davam relatos pessoais. Apenas indicavam uma dieta hiper restritiva, ou comentavam algumas opções de tratamento e formas de prevenção. Praticamente nenhum deles falavam sobre estresse, ou infecções combinadas. Todos indicavam procurar um médico, mas o que fazer quando você já se consultou com 4, em apenas 6 meses?

Que bom seria se o corpo humano fosse assim tão simples. Como é angustiante quando nem os médicos entendem porque os remédios não funcionam. Como é angustiante quando nenhum deles parece ser solidário à sua situação. Não somos máquinas. Nossos corpos respondem de forma diferente à situações diferentes, e algumas vezes, nosso mal estar deriva não só de fungos e bactérias, mas também da alma.

A todas que estão na jornada em busca da cura, desejo força e persistência. Tentem novos tratamentos esporadicamente, para poder observar como seu corpo reage. Veja o que funciona mais, observe se algo funciona melhor quando você está mais feliz e relaxada, ou se seus sintomas amenizam em dias alegres.

Busquem os alívios naturais, fitoterápicos, homeopáticos.

Não percam as esperanças. A cura é possível.


quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Estou curada há uma semana

Olá a todos e feliz ano novo!

Esse é o primeiro post de 2018, e com alegria compartilho com vocês que estou há 1 semana curada.
Depois de um LONGO ano de incômodos, exames, consultas, comprimidos, pomadas e banhos de assento, finalmente minha cura chegou.

No último post comentei que resolvi usar a pomada Ginna, após o tratamento com a pomada Kronel (fitoterápico de aroeira). O Kronel é um antibiótico natural, e estudos comprovam que sua eficácia é equivalente aos antibióticos alopáticos comumente usados para vaginose bactéria. E ainda conta com a vantagem de preservar a floral vaginal.  A natureza é perfeita.

Após o uso do Kronel, já me senti melhor. Eu estava com uma corrimento bastante amarelado, viscoso, e MUITO ardor. O kronel curou tudo isso.

Mas depois, comecei a sentir a coceira e a ter corrimento branco espesso. Um cenário clássico de candidíase. Foi então que marquei a ginecologista novamente, para dentro de 2 semanas, e nesse meio tempo, resolvi usar o Ginna (pode comprar sem receita, é um antifúngico de largo espectro).

Eu já havia usado o Ginna em janeiro de 2017, e senti muito ardor e nenhuma melhora. Não estava muito animada para usar novamente, devido a esta experiência. Mas pensei... talvez eu tenha tido essa reação porque estava com a vaginose bacteriana também, o que deixou a vagina muito sensibilizada, e só antifúngico não resolveria.  Então, estando eu agora com sintomas clássicos de candidíase, tinha uma chance maior de sucesso. E para minha surpresa, no segundo dia de aplicação, comecei a me sentir muito melhor. E essa melhora só continuou, apesar de sentir uma pequena ardência esporádica, ou coceira. Hoje, já faz 1 semana desde que parei com a pomada e continuo muito bem. Às vezes sinto leve ardor se estou cansada, ou me sentindo estressada, e por isso estou buscando relaxar mais (fazendo caminhadas, ouvindo musica, lendo, fazendo respiração profunda, etc), e também estou tomando um comprimido de Complexo B por dia, e usando Floral de Bach.

Estou sem corrimento, a vagina voltou a ter coloração normal, e não sinto nenhuma coceira. Também não tenho feito nenhum banho de assento, ou usado qualquer coisa na vagina. É uma vida nova!
Essas leves ardências que ainda sinto, costumam passar após 1h ou 2h, depois que faço pausas para relaxar. Acredito que meu corpo ainda está se reequilibrando, após tanto tempo de desequilíbrio, e estou buscando ajudá-lo ao máximo com isso.

Novamente, eu quero deixar relatado aqui, o que funcionou comigo, após um ano inteiro de tantas tentativas:


  • Kronel Gel durante 10 dias
  • Se após isso, persistir coceira e corrimento branco, usar pomada Ginna por 7 dias
  • Aliviar ardor e coceira com banhos de melaleuca ou flogo-rosa. Ou compressa de gelo.
Se nada disso funcionar, pode ser vaginose citólica, causa por estresse. Use bicarbonato de sódio para reequilibrar a acidez da vagina, e mude seu estilo de vida. Procure relaxar mais, meditar, largar as ideias de obrigações e deveres, se permitir descansar e fazer algo que gosta, e sentir mais prazer em viver.

É um longo aprendizado, e não é fácil fazer tantas mudanças. Mas precisamos por nossa saúde e bem-estar em primeiro lugar, e ter forças para abrir mão do que for necessário, por nós mesmas.

Muito paz e luz para todos.


quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Tentando a pomada Ginna (nitrato de fenticonazol) pela segunda vez

Hoje estou começando o tratamento com a pomada Ginna pela segunda vez. A primeira vez, foi há quase 1 ano atrás, e confesso que minha experiência não foi boa. Senti uma piora nos sintomas em vez de melhora.

Na minha busca pela cura, consultei mais outros dois ginecologistas diferentes. Em um momento ou outro, todos os dois me recomendaram Ginna, mesmo eu tendo relatado minha má experiência. Não usei nenhuma outra vez.

Hoje decidi dar uma segunda chance a esse remédio. Isso porque agora estou com um corrimento realmente característico de candidíase - corrimento branco, espesso e grumoso.

Como eu comentei em outro post, eu tive uma piora dos sintomas mês passado, e depois de tentar fazer uma ducha com flogo-rosa, piorei bastante e comecei a ter corrimento amarelado. Imaginei logo em se tratar de infecção bacteriana, e fui em busca de algum antibiótico natural. Encontrei o Kronel Gel, e senti enorme alívio. Mas alguns dias depois do tratamento e após um dia estressante, meus sintomas voltaram com força. Usei óvulos de ácido bórico por 2 dias, e aliviou bastante meus sintomas. Agora só persiste esse corrimento e um ardor que piora se tenho um dia estressante.

Assim como fiz com o Kronel Gel, irei anotar como me sinto em cada um dos dias de uso do Ginna, e minhas conclusões ao final do tratamento. Daqui a 10 dias tenho nova consulta com o ginecologista.

Dia 1
Dia estressante. Acabei tendo que trabalhar de urgência, quando pensava que estava de férias. Estiquei até 1h da manhã, mas acredito que terei minha paz agora, até dia 01 de janeiro, pelo menos. Sintomas pioraram hoje, senti mais ardor (não estava tendo quase nada), um pouco mais de vermelhidão na vagina, e o corrimento em maior quantidade. Apliquei o Ginna e fui dormir.

Dia 2
Acordei e passei o dia bem, com um mínimo de ardência (muito pouco mesmo). A noite, a ardência piorou um pouco, e fiz banho de assento com melaleuca, para evitar piorar.

Dia 3
Acordei bem, e passei o dia me sentindo praticamente normal. Vez por outra ainda senti uma ardor muito sutil, mas nada grave. Sinto que a pomada está fazendo efeito dessa vez. Isso me faz acreditar ainda mais que antes eu estava mesmo com uma vaginose, e por isso a pomada só fez piorar a situação. Ao fim do dia, pude ver na calcinha um muco cervical meio amarelado ainda.

Dia 4
Estou feliz, Mais um dia de conforto e normalidade. 

Dia 5
Continuo bem! Final de ano, feriado prolongado, tempo com a família, descanso e paz. Os sintomas sumiram totalmente  e me sinto curada. Notei o muco cervical ainda um pouco turvo e levemente amarelo, mas bem menos que no início do tratamento. 

Dia 6
Dia de normalidade, muco levemente turvo, mas noto que está cada dia menos. Nenhuma ardencia, coceira ou desconforto.

Dia 7
Último dia, me sinto tão bem que até parece que não preciso de outra aplicação. Hoje o muco cervical estava transparente. Fiz a última aplicação e irei acompanhar minha melhora nos próximos dias.


quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Ácido bórico melhorou minha crise

Faz alguns poucos meses que mandei manipular ácido bórico em óvulos, para aplicação vaginal. Foram 15 unidades, e acabei não usando tudo, pois continuei sentindo ardor vaginal, apesar do tratamento.

Há cerca de 4 dias, após menstruação e meu tratamento com kronel gel, notei que o corrimento amarelado persistia, e senti minha vulva inchada, vermelha e muito ardida. A ponto de ter dificuldades para dormir. Fiz um banho de assento com óleo de melaleuca, e foi o que me salvou.

Acordei melhor no dia seguinte, mas ainda com inchaço, vermelhidão e ardor. Marquei nova consulta com a ginecologista, mas só havia vaga para daqui 2 semanas.

Resolvi usar um óvulo de ácido bórico, e passar limão diluído em água, na região da vulva.

E não é que ajudou? O corrimento foi parando ao longo do dia, e a noite já tinha praticamente cessado. Fiquei confortável, e não senti ardor ou inchaço. O vermelhidão diminuiu bastante. Passei limão novamente antes de dormir.

Hoje, ao acordar, fiquei surpresa com a melhora. Nada de ardência, inchaço e o vermelhidão da irritação sumiu 90%. Sinto uma leve coceira, e o corrimento está diferente - esbranquiçado e grumoso, mais parecido com Candidíase mesmo.

Estou começando a acreditar que minha infecção vaginal é um misto de coisas. Candidíase, vaginose bacteriana e vaginose citolítica.

Isso explica porquê os sintomas variam e a intensidade também, dependendo da época.

Acredito que o kronel gel limpou qualquer bactéria que havia, mas a candidíase persistiu, e deve ter piorado por causa de alguns estresses que tive esses dias (incluindo ter que dormir 4h por causa de trabalho e praticamente sem tempo para relaxar).

Tive até rinite alérgica, o que mostra que minha imunidade realmente baixou.

A  boa notícia é que encerrei o trabalho complicado e entrei em férias, até dia 02 de janeiro.

Vou aproveitar esse tempo para relaxar e pensar em formas de não passar por situações parecidas no próximo ano.

Aqui, deixo a dica para quem sofre de infecção vaginal, de tentar um tratamento para cada tipo de problema, e ver qual mostra resultados.

Vaginose citolítica: bicarbonato de sódio em supositório vaginal
Vaginose bacteriana: kronel gel e sabonete de aroeira
Candidíase: ácido bórico em óvulos

Todos esses sao tratamentos naturais e deram resultado comigo, em momentos diferentes.

Para aliviar sintomas de ardor, coceira e inchaço: compressa de gelo, banho de assento com flogo-rosa, banho de assento com óleo de melaleuca

Sigam firmes, iremos nos livrar desse mal!

domingo, 3 de dezembro de 2017

Aroeira/Kronel gel para tratar corrimento vaginal (candidíase, vaginose bacteriana)

Estive buscando alternativas para a clandamicina, antibiotico que usei em forma de creme vaginal, há cerca de 1 ano e meio atrás, e tive a cura da minha infecção.

Desde dezembro do ano passado, voltei a ter sintomas, e fui diagnoticada com candidiase (mas fiz apenas exame clinico e papanicolau). Desde então usei 4 pomadas diferentes, e tomei 3 tipos de comprimidos antifungicos, sem NENHUMA melhora. Pelo contrário, tive até piora dos sintomas.

Tenho buscado tratamentos naturais desde então, e obtive grande alívio com melaleuca, oleo de coco, bicarbonato de sódio e banhos de assento com flogo-rosa.

Passei 2 semanas muito bem, sem nenhum sintoma e vermelhidão, mês passado.
Mas após alguns dias de estresse, os sintomas voltaram com toda força. Agora, estou com um corrimento amarelado e muita coceira.

Algo me diz que vou precisa de uma pomada antibiotica. Infelizmente, é necessário receita médica. E todos os médicos que me consultei, apesar dos meus relatos e frustrações, insistem em querer me tratar como tendo infecção por candidíase.

Hoje, encontrei um remedio natural, com propriedades antibioticas, equivalentes ao metronidazol e clandamicina.

Os poderes da Aroeira para tratar infecções vaginais



Pesquisando mais, encontrei essa informação do site do curso de fitoterapia para ginecologistas da fmusp:

O gel de aroeira foi estudado para tratamento da vaginose bacteriana. Inicialmente, estudo não controlado em mulheres com diversos tipos de vaginite, entre as quais 30 com vaginose bacteriana, curando-se cerca de 80% dos casos85. A seguir, foi realizado estudo duplo-cego placebo-controlado: 84% das que utilizaram aroeira e 47,8% das que utilizaram placebo deixaram de apresentar o quadro. A diferença foi estatisticamente significativa, semelhante ao esperado com metronidazol e com clindamicina. Houve melhora da flora de lactobacilos. O método foi considerado efetivo.
Também encontrei um estudo feito com este gel, que pode ser lido aqui:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-72032003000200004

Para minha felicidade, é bastante fácil encontrar o gel de aroeira para aplicação intravaginal. O nome comercial é Kronel Gel. A bula pode ser lida aqui: http://www.medicinanet.com.br/bula/2963/kronel.htm

Há também o sabonete de aroeira.


Nomes

Nome em português: aroeira, aroeira-da-praia, aroeira-vermelha, aroeira-mansa, aroeira-pimenteira, poivre-rose

Nome binomial: Schinus terebinthifolius Raddi, 1820

Nome francês: faux-poivrier, aroeira

Nome inglês: brazilian pepper tree, aroeira

Nome alemão: Brasilianische Pfefferbaum

Nome italiano: aroeira

Nome espanhol: aroeira, pimentero brasileño

Planta medicinal com efeito anti-inflamatório, cicatrizante e antimicrobiano. Utilizada principalmente em casos de micoses vaginais (candidíase). A aroeira-da-praia está na lista de remédios oferecidos no SUS (Sistema Único de Saúde) no Brasil.

Um estudo clínico publicado em 2003 na Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia, realizado com 48 mulheres, demonstrou que o gel vaginal de aroeira é efetivo e seguro para o tratamento da vaginose bacteriana. Além de ter potenciais efeitos benéficos na flora vaginal, devido ao aumento de lactobacilos.

Estou muito esperançosa com o que li! Apesar do preço salgado, irei experimentar, e em breve, posto atualização para vocês.

====== atualização 03 dezembro 2017

Fui na farmácia e comprei o kronel gel e o sabonete de aroeira (marca amorável).
Para referência: paguei 76 reais no primeiro,  e 4,50 reais no último.

Chegando em casa, fui direto lavar a região íntima com o sabonete. Tudo ok, não senti nenhum incomodo.

Em seguida, apliquei o gel. A embalagem vem com 10 aplicadores, e a pomada é cor marrom. Tive medo de sentir ardência, já que estou com a vagina muito vermelha, parecendo em carne viva.

Apliquei devagar para checar qualquer desconforto, e deu tudo certo. Não senti nenhum incomodo.

No momento ainda sinto um pouco da coceira que eu estava sentindo antes. Mas é óbvio que terei que aguardar alguns dias para confirmar se o kronel irá me ajudar ou não. Irei atualizar o post amanhã.

====== Atualização 04 de dezembro 2017
A coceira amenizou totalmente!

Ainda estou sensível e a vagina persiste com o vermelhidão, mas o corrimento parou e a coceira também. Estou animada.

Irei para a segunda aplicação hoje.

====== Atualização 05 de dezembro 2017
Acordei sentindo um pouco de ardência. Apesar disso, ainda tenho esperança no remédio. Como são dez aplicações e fiz duas, é provável que eu precise esperar mais uns dias para tirar minhas conclusões sobre esse tratamento.

Vermelhidão persiste, mas a coceira sumiu completamente. Fiz banho de assento com flogo-rosa para aliviar o ardor.

====== Atualização 06 de dezembro 2017
Acordei me sentindo melhor. O ardor diminuiu 80%. A vagina ainda está bastante avermelhada. E continuo sem coceira.

====== Atualização 07 de dezembro 2017
Acordei sentindo leve coceira, mas a ardência foi reduzida em 95%. Achei estranho. Será possível que a coceira iria voltar justamente quando a ardência quase sumiu?

Prossegui com meu dia, tentando me manter tranquila, positiva. No fim da tarde, estava me sentindo bem confortável e saudável. Nada de ardência ou coceira. Notei que o vermelhidão também estava mais fraco e isso me animou bastante!
À noite fiz a quinta aplicação.

====== Atualização 08 de dezembro 2017
Senti bastante ardência ao acordar. Passei um pouco de bicarbonato diluído em óleo de coco, apenas na região da vulva. Começou a arder ainda mais. Então fiz compressa de gelo, e aliviou em poucos minutos. Durante o resto do dia, me senti bem.

Fiquei meio decepcionada com isso. A vulva ainda está bastante vermelha, o que explica o ardor.
Acabei fazendo banho de assento com flogo-rosa, para aliviar essa inflamação. Estou de TPM e já sinto um pouco de cólica. No entanto, usarei o Kronel até o fim.

====== Atualização 09 de dezembro 2017
Acordei bem. Fui ao banheiro e senti um ardor muito discreto, e a vermelhidão diminuiu um pouco. Hoje foi o dia em que me senti melhor! Fiz o banho de assento com flogo-rosa novamente, pois espero que isso faça a inflamação vulvar sumir de vez.

O Kronel tem uma característica diferente das outras pomadas que usei. Além do fato dele ser um marrom avermelhado, o creme não sai ao longo do dia. Quem já usei pomadas vaginais, sabe como é. Você passa a noite, e durante o outro dia, o creme escorre praticamente todo. Com o Kronel, isso praticamente não acontece. Desce um pouco sim, mas nada absurdo. Isso me faz pensar que o creme acaba não atingindo a região da vulva em quantidade suficiente, e por isso a vermelhidão está persistindo tanto.

Hoje foi a sétima aplicação.

====== Atualização 10 de dezembro 2017
Acordei bem. Ardor e coceiras reduzidos em 95%. Vulva ainda um pouco vermelha, mas BEM menos do que costumava ficar.
Não fiz banho de assento, nem compressa de gelo.

====== Atualização 11 de dezembro 2017
Acordei bem novamente e passei o dia muito bem! Estou feliz!

====== Atualização 12 de dezembro 2017
Mais um dia em que acordei bem. Os sintomas sumiram em praticamente 98%. Nada de ardência, coceira excessiva ou corrimento. A vulva está praticamente na cor normal também. Tudo indica que o remédio fez efeito. Hoje faço a última aplicação.
Nos próximos dias, irei escrever um post novo a respeito de como me sinto e se a cura realmente perdurou. Por hora, estou feliz e muito impressionada em ter um remédio fitoterápico fazendo mais efeito que todos os alopáticos que me passaram este ano. Que enorme poder tem a natureza!!

sábado, 2 de dezembro de 2017

Iogurte Natural para tratar coceira e vermelhidão vaginal (candidíase, vaginose citolítica)

Entre todos os tratamentos naturais que tentei, o iogurte natural tinha ficado de fora.
Obtive alívio com melaleuca, óleo de coco e bicarbonato, mas a cura total ainda não veio.

Hoje acordei um pouco pior da irritação, e com uma coceira intensa. Fiz banho de assento com melaleuca para aliviar. Agora que já recuperei minha sanidade (por um momento achei que fosse perdê-la, tamanha a coceira!), decidi pesquisar outras alternativas. Li a respeito do iogurte natural, que teria lactobacilos capazes de lutar contra esse excesso de micro-organismos nocivos, além de aliviar a coceira.

Existe pesquisas a respeito?

Poucas. O iogurte é usado há décadas para tratar infecções fúngicas. Apesar disso, há pouco suporte científico para esta prático. Um grupo de pesquisadores da Universidade de Sohag, no Egito, publicou o seguinte artigo: “Bee-honey and yogurt: a novel mixture for treating patients with vulvovaginal candidiasis during pregnancy” [Mel de abelha e iogurte: uma nova mistura para tratar pacientes com candidíase vulvovaginal durante a gravidez], em Archives of Gynecology and Obstetrics (on-line, 8 de fevereiro de 2012). As conclusões:

"Para o nosso melhor conhecimento, uma mistura contendo Bee-mel e iogurte foi usada pela primeira vez no presente estudo. A mistura produziu uma taxa de cura clínica relativamente alta, que foi ainda maior do que a produzida com o uso de terapia anti-fúngica (87,8 vs. 72,3%, respectivamente). Pelo contrário, a terapia anti-fúngica produziu uma taxa de cura micológica definitiva significativamente maior. Esse efeito paradoxal pode parecer surpreendente e até mesmo ilógico. No entanto, a maior taxa de cura clínica do que a taxa de cura micológica pode ser atribuída ao efeito inibidor da mistura em outros organismos, em vez de os Candida albicans sozinhos. A mistura produziu uma eficácia terapêutica relativamente alta contra Staphylococci e Streptococci. Além disso, as propriedades anti-inflamatórias do mel podem aliviar os problemas de coceira e vermelhidão, melhorando assim alguns dos sintomas e sinais de candidíase vaginal ".

Infelizmente, este estudo não foi randomizado ou controlado por placebo. O número de sujeitos foi modesto. Não consegui encontrar estudos em larga escala usando iogurte como uma ducha.

Estudos anteriores analisaram se as mulheres poderiam reduzir o risco de infecções vaginais por fermento comendo iogurte com culturas vivas. Um estudo antigo (Annals of Internal Medicine, 1 de março de 1992) descobriu que as mulheres que comem iogurte da marca Colombo com culturas vivas de Lactobacillus acidophilus eram três vezes menos propensas a desenvolver uma infecção recorrente.

Resultados

Apesar da falta de comprovação, resolvi tentar. Mas não fiz ducha, pois para ser sincera, estou evitando ao máximo mexer por dentro da vagina.
Embebi iogurte natural (sem sabor, sem açúcar), em um algodão e deixei por uma hora, na entrada da vagina.

Não vi nem senti nenhum resultado. Essa foi minha única aplicação. 

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Altos e baixos

Após duas semanas me cuidando exclusivamente com bicarbonato de sódio (misturado a óleo de coco, com aplicação intravaginal) e banhos de assentos com flogo-rosa, volto para fazer uma atualização do meu estado atual.

Parei de fazer os banhos de assentos e de aplicar o bicarbonato, tem cerca de 5 dias. Esteja tudo bem e eu me sentia confiante. Coincidência ou não, acabei tendo algumas preocupações familiares, duas noites sem dormir direito, e então, comecei a sentir ardência novamente... fiquei abismada. Estou assim tão sensível, a ponto "qualquer" evento, me fazer voltar a ter os sintomas? Resolvi esperar 1 dia ou 2, tentando me manter tranquila, para checar se não seria apenas algo passageiro. Infelizmente, 1 dia depois, começou a arder mais. 2 dias depois, já estava bem vermelha e incomodada. Novamente, minha floral vaginal desequilibrou. É totalmente frustrante.

Voltei imediatamente e fazer o banho de assento com flogo-rosa e a aplicar o bicarbonato. 6h depois, e já me sinto mais aliviada, apesar da vermelhidão ainda estar presente, junto com 50% do desconforto.

Fico pensando se terei que depender de banhos de assento e bicarbonato para sempre, para me manter bem.  Mas por hora, me manterei tomando os comprimidos de complexo B (que havia parado), e procurarei elevar meus pensamentos, para reduzir o estresse.

Devo atualizar aqui novamente nos próximos dias. Espero conseguir aprender um pouco mais sobre como melhorar essa condição e chegar mais perto da cura total.

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

O que é Vaginose citolítica

O que é Vaginosis Citolítica?

A Vaginose Citolítica (CV), também conhecida como síndrome de sobrecrescimento de lactobacillus ou citólise de Doderlein, é "uma condição vaginal que envolve um crescimento excessivo de lactobacillus". O Lactobacillus é conhecido como uma bactéria amigável e ocorre naturalmente em um ambiente vaginal normal. Apesar de como o nome soa, CV não é realmente uma infecção por fungos nem é uma doença sexualmente transmissível, pois envolve um desequilíbrio de bactérias que são naturalmente encontradas em uma vagina saudável. Tratar esta condição como você faria com uma infecção por fungos poderia realmente piorar os sintomas.

Como é causada a Vaginose Citolítica?

Neste momento, não há estudos suficientes para provar definitivamente as causas do CV. Como afirmado anteriormente, geralmente é algo que causou que o delicado equilíbrio da flora na vagina estivesse fora do golpe. Outros casos em que esta condição vaginal foi observada são em mulheres que usaram vários antibióticos e medicamentos antifúngicos para tratar a secreção vaginal crônica. É possível que "esses tratamentos possam ter incentivado um desequilíbrio das bactérias vaginais normais, levando a um crescimento excessivo de lactobacillus".

Quais são os sintomas da Vaginose Citolítica?

Os sintomas comuns de CV incluem "coceira vulvar e / ou vaginal, vermelhidão vulvar, secreção vaginal, que pode ser fina ou aquosa ou grosseira e curvilínea, ou desconforto vulvar ou vaginal leve a moderado, associado a relações sexuais ou urina". Você pode notar esses sintomas tornar-se mais pronunciado durante a segunda metade do seu ciclo menstrual.

Como é tratada a Vaginosis Citolítica?

Porque há mais lactobacilos na vagina do que o normal e os lactobacilos tendem a tornar o ambiente mais ácido, o que significa que a vagina tem um pH menor do que o habitual, o tratamento geralmente se concentra no aumento do pH da vagina ao normal.

De acordo com panfleto da University of Virginia’s Student Health, o tratamento geralmente envolve "dobrar com uma solução de bicarbonato de sódio ou usar um supositório de bicarbonato por via vaginal".

Eles também recomendam que isso seja feito você mesmo (depois de consultar o seu ginecologista), fazendo seu suco de bicarbonato de soda ou bicarbonato de sódio:

1. "Como tratar usando uma dose de bicarbonato de sódio:

Misture 1-2 colheres de sopa de bicarbonato de sódio com 4 xícaras de água morna. Um saco de ducha, que pode ser comprado na maioria das farmácias, é usado para enxaguar a vagina com a solução. Ou, você pode comprar vagabos de bicarbonato no balcão na maioria das farmácias. Douche duas vezes por semana por duas semanas ".


2. Como tratar usando um supositório de bicarbonato de sódio:

"Preencha as cápsulas de gelatina vazias com bicarbonato de sódio e insira uma cápsula intravaginalmente, duas vezes por semana durante duas semanas. As cápsulas de gelatina podem ser compradas em lojas de alimentos saudáveis ​​".

3. Como tratar os sintomas na área Vulvar

"Faça uma pasta aquosa com bicarbonato de sódio e aplique na vulva em um pano ou almofada limpa conforme necessário.

Seus sintomas devem melhorar depois de duas semanas. Caso contrário, você deve procurar o aconselhamento médico de um médico para uma reavaliação.

Para evitar que este problema volte a ocorrer


• Abster-se da atividade sexual até que você não tenha mais sintomas.

• Quando você usa o banheiro, certifique-se de limpar de frente para trás em vez de voltar para a frente.

• Não use sabão para lavar a sua vulva, mas enxágüe com água morna

• Mudança de roupa de banho molhada e vestuário de exercícios o mais rápido possível

• Nunca use pulverizações vaginais, pós ou tampões perfumados

• Use roupas íntimas de algodão respirável durante o dia e dorme sem cueca à noite

• Use roupas soltas.

CV geralmente é diagnosticado como vaginose bacteriana (bv) e candidíase. Então, se você tentou tratamentos antifúngicos no passado e ainda está com os sintomas, é provável que você tenha CV. Recomenda-se que você procure o conselho médico de um médico para um diagnóstico adequado. Então, agora você sabe o CV. Compartilhe isso com seus entes queridos para que eles também possam estar cientes dessa condição relativamente desconhecida.

domingo, 12 de novembro de 2017

Influência da alimentação na Candidíase


Já li em diversos lugares que a cândida se alimenta do açúcar no sangue. Por isso, uma dieta sem açúcar poderia impedir o fungo de se multiplicar.
O problema é que praticamente todo tipo de comida se transforma em açúcar no sangue. Uma dieta anti candidíase é tremendamente restritiva, e isso me causa preconceito. Quantas pessoas comem de tudo e não tem candidíase?

De qualquer forma, como estou no desespero há 10 meses tentando me livrar desse incomodo (que estava controlado desde que comecei a usar bicarbonato, mas voltou com força há alguns dias atrás), estou disposta a tentar outras alternativas, e irei registrar aqui meus resultados.

Lista de alimentos para candidíase

Veja uma lista com alguns alimentos comuns que devem ou não ser consumidos e evitados na dieta para acelerar a cura da candidíase.
O que comerO que NÃO comer
vegetais folhosossucos industrializados
salsinhaleite e iogurtes aromatizados
iogurte naturaldoces em geral
frutas cítricas como limãobolo - pão - biscoito
cereais integraisbatata - arroz - macarrão
frutos do marmolhos como Ket chup
legumes alimentos enlatados e processados
azeitequeijos
Acho bem difícil conseguir seguir essa dieta à risca, mas irei tentar diminuir algumas coisas da lista de proibidos e incrementar o uso das coisas da lista benéfica.


sábado, 11 de novembro de 2017

Alívio para vermelhidão na vagina e ardência

Ontem acordei com a vagina ardendo e bastante vermelha. Uma leve coceira também.
Sabia que estava tendo uma crise de candídiase ou vaginose citolítica (acredito mais na última hipotese). Lembrei que o recomendado para vaginosa citolítica é usar bicarbonato de sódio dentro da vagina. Misturei um pouco do pó (cerca de 1/3 de colher de chá), em 10 ml de agua de coco e congelei dentro de um copinho de xarope, fazendo uma especie de supositorio. Fiz banho de assento com flogo-rosa durante 10min, e depois usei o supositorio de bicarbonato antes de deitar para dormir.

Ao acordar, ainda estava bastante irritada, mas sem coceira e com menos ardência. Fiz outro banho de assento com flogo rosa. Ao anoitecer, já está 80% melhor.

Gostaria de compartilhar esta dica preciosa com todas que estão sofrendo de ardência e vermelhidão vaginal, e não encontraram alívio.

Tenho lidado com isso há cerca de 10 meses, e já visitei 4 ginecologistas diferentes e usei várias pomadas, sem nenhuma melhora. Por incrivel que pareça, apenas essa receita caseira de bicarbonato funcionou para mim. Continuarei usando mais uns dias, e controlando também meu nível de estresse, pois tenho certeza que isso influencia muito nessa condição.

Para mais detalhes sobre vaginose citolitica, recomenda a leitura de http://curaintima.blogspot.com.br/2017/06/vaginose-citolitica-sintomas-parecidos.html

Vagina vermelha e ardendo DE NOVO

Mais uma vez, acordei com a vagina super irritada, vermelha e ardendo.

Para quem não sabe, criei esse blog com a intenção de escrever sobre meus sintomas e minha busca de cura, pois já passei por 4 médicos ginecologistas, tomei vários comprimidos, usei pomadas e o papanicolau, e simplesmente não melhorei. Estou com os sintomas desde dezembro de 2016, com períodos de menos intensidade intercalados.

Minha principal suspeita é de vaginose citolítica, já que nenhum remédio para candidíase traz absolutamente nenhum alívio.

Cheguei em um ponto de passar até constrangimento no médico, pois um deles chegou a não acreditar que eu não estivesse melhorando (obviamente um profissional sem nenhuma sensibilidade).

Então ontem os sintomas voltaram com força. A aparência da vagina estava bem vermelha, como em carne viva, e senti um pouco de coceira além da ardência. Usei bicarbonato e banho de assento com flogo-rosa. Os sintomas amenizaram, mas o vermelhão não sumiu.

Estou com vontade de tentar uma nova pomada e vê o que acontece. A última que a gineco passou se chama Ginna e é para candidíase. Já usei uma vez, em janeiro, passada por outra gineco,  e meus sintomas pioraram. Estou pensando se devo tentar de novo, ou simplesmente usar outra opção. Li em artigos científicos que a nistatina é recomendada também, e esta eu nunca usei.


Recebi vários comentários de mulheres que estão passando pela mesma situação. Muitos meses com os mesmos sintomas, vários remédios, médicos e nenhuma melhora. Ao mesmo tempo que é bom saber que não estamos sozinhas na luta, também é triste ver tanta gente sofrendo este incomodo por tanto tempo, sem alivio.

Desejo força a todas, para não deixarmos de buscar nossa melhora.